Para mim é uma honra fazer parte do movimento associativo. Não vou negar que tive algum receio ao principio, não só porque não tinha experiência, mas também porque se tratava duma nova secção, onde estava em causa a própria modalidade. Nunca gostei de aventureirismo, e o desafio era enorme.

Por norma, as pessoas que se dedicam ao associativismo contribuem em várias frentes. Para alem de serem responsáveis por dirigir, na grande maioria das vezes também são organizadores, executores, pensadores, negociadores e um infindável rol de outras coisas. No fundo é quase como ter uma empresa e ser o seu único funcionário e patrão.

No meu caso tinha a vantagem de ter a “ideia” bem definida, e os amigos que me acompanharam inicialmente. De certeza que sem eles não mergulhava no Associativismo.

Hoje orgulho-me do trabalho feito, e sei que a Colectividade é maior também graças ao Xadrez e à secção que dirijo. Adaptei-me na altura, e adapto-me agora, porque não se pode parar. Tenho a noção que quando se atinge o ponto mais elevado, a tendência normal é descer, mas tenho a certeza que haverá sempre mais a fazer.